segunda-feira, 31 de agosto de 2015

QUE TIPO DE OBREIRO EU SOU PARA A IGREJA DE CRISTO: “UM FARDO LEVE, UM JUGO SUAVE”, OU UM FARDO PESADO E UM JUGO INSUPORTÁVEL?

Parte II

C. SERÁ O OBREIRO, ENQUANTO DÁDIVA DE DEUS À IGREJA, UM FARDO OU UM JUGO PARA ELA?

Pr Abiezer Apolinário

Para que seja formulada uma resposta adequada à pergunta acima, necessário se faz uma análise profunda e séria sobre o contido na Bíblia Sagrada acerca do assunto, e é o que faremos a seguir.
Inicialmente, reiteremos as palavras do apóstolo Paulo que servem de base para esta meditação: “Quando estive entre vocês e passei por alguma necessidade, não fui um peso para ninguém, pois os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram aquilo de que eu necessitava. Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim”. Para melhor compreensão, convém que pesquisemos sobre os significados dos termos “peso” e “pesado” contidos no texto bíblico em estudo. O Dicionário da Língua Portuguesa diz que “peso” significa: “Qualidade de um corpo pesado; Tudo que faz pressão; Carga, carregamento”, enquanto “pesado” significa “que tem muito peso; Cuja densidade é elevada; denso; Que exige dispêndio de força física; Pop. Difícil de ser digerido”. Ora, sem dúvida alguma, as duas palavras trazem consigo a idéia de que é preciso o dispêndio de muito esforço para transportar ou suportar o que tem peso ou é pesado.
Quando recordamos os ensinos de Cristo, descobrimos que a idéia acima exposta acerca de “peso” e “pesado” está intrinsecamente ligada à essência do evangelho, do qual o obreiro é um ministro. Falando aos seus ouvintes, disse-lhes Jesus: “Tomai sobre vós o meu jugo... Pois o meu jugo é suave e o meu fardo leve”, Mt 11.29,30; acrescentou, ainda, que “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”, Mt 16.24.  Ou seja, quem quiser exercer a opção de seguir a Jesus, tem que conviver com a visão de renúncia de si mesmo com abandono de valores materiais (“Buscai primeiro o reino de Deus”). Buscando os significados no mesmo dicionário acima referido, “jugo” significa “Canga”; enquanto “canga” significa “Peça de madeira que prende os bois pelo pescoço e os liga ao carro, ou ao arado; Pau que carregadores põem aos ombros para suspender fardos.”; e “fardo” significa “Coisa ou conjunto de coisas, mais ou menos volumosas ou pesadas, que se destinam a transporte; carga; pacote, embrulho, volume”.
Ora, se o próprio evangelho pregado pelo obreiro, do ponto de vista material e pessoal, envolve renúncia, para a qual Jesus usou a figura do “fardo leve” e “jugo suave”, o que dizer então do obreiro para a igreja? Para mim, é indiscutível: o obreiro é um peso para a igreja. Por que é um peso? Por causa das obrigações impostas pelo próprio Deus à igreja, no tocante a sustentar e manter os seus obreiros. Verifiquemos que o apóstolo usou o verbo despojar (“Despojei outras igrejas, recebendo delas sustento, a fim de servi-los”) para informar a igreja de Corinto que havia recebido sustento de outras igrejas. Por seu significado, o verbo despojar dá a idéia exata da visão paulina do obreiro como um peso para a igreja: “Roubar; saquear; defraudar; Privar da posse; espoliar, desapossar, despir”. Ou seja, para que o obreiro seja mantido, alguém fica sem a posse de algo que lhe pertencia por direito.
A mantença do obreiro pela igreja não é criação ou fruto de alguma idéia ou interesse humano-pessoal. Desde o Tabernáculo no deserto, a ordem divina era de que a manutenção de seus sacerdotes seria feita pelo povo; inclusive, Deus deu ordens de que das ofertas que fossem trazidas ao lugar do culto, parte delas seria dos ministros, de Arão e seus filhos, Lv 2.3,10. Posteriormente, foi inserido na Lei de Moisés o mandamento que a boca do boi que debulhava, não deveria ser atada. Paulo disse que tal mandamento foi colocado na lei, por causa dos ministrantes do altar, 1 Co 9.9,10. Com esta interpretação paulina, para a igreja neo-testamentária remanesce a mesmíssima obrigação da lei mosaica: o sustento do obreiro.
Aqui reside o segredo: embora fardo para a igreja, o sustento dos obreiros é bíblico e divino, e no seu cumprimento, está a benção de Deus para o seu povo. O debate, pois, não deve ser travado quanto a condição de o obreiro ser ou não ser fardo; porém, se para a igreja, ele é “fardo leve” e “jugo suave”, principalmente que a aferição por ela quanto as leveza e suavidade dos obreiros para si, se dá pelas atitudes e condutas destes, pois, o apóstolo Paulo disse: “Fiz tudo para não ser pesado a vocês e continuarei a agir assim”. É, portanto, da responsabilidade de cada obreiro determinar que tipo de fardo, peso ou jugo que ele quer ser para a igreja.

Continua...


domingo, 30 de agosto de 2015

Pastor José Orisvaldo é o novo Presidente da Assembleia de Deus em Alagoas

Pastor José Wellington deu posse ao novo presidente na noite de 29 de agosto no templo-sede da AD em Maceió











Por Pb. Tiago Bertulino
Jornalista, Assessor de Imprensa da Assembleia de Deus em São Paulo - Ministério do Belém (IEADSP)
Fotos Pr. Antonio Carlos de Oliveira Brito

Após 35 dias do falecimento do pastor José Antonio dos Santos, carinhosamente conhecido como pastor José Neco, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Alagoas (IEADAL) e a Convenção de Ministros das Assembleias de Deus no Estado de Alagoas (COMADAL) receberam hoje seu novo Líder. Cumprindo todo que determina o estatuto de ambas instituições, em reuniões contando com a presença do presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), pastor José Wellington Bezerra da Costa e do presidente da União dos Ministros das Assembleias de Deus sediadas nos Estados do Nordeste (UMADENE), pastor José Carlos de Lima, em culto realizado na noite deste sábado, 29 de agosto de 2015, pastor José Orisvaldo Nunes de Lima foi empossado como Presidente.

O pastor José Neco foi eleito presidente da AD e Convenção Alagoana no dia 03 de junho de 1986; permaneceu na liderança por 29 anos; seu ministério foi marcado pela paz, harmonia e crescimento, porém, quis Deus promovê-lo a eternidade no último dia 24 de julho de 2015, aos 83 anos.

Com o falecimento de seu líder maior, observando o que determina os estatutos de ambas instituições, com campanha de oração de trinta dias em todas as congregações do estado teve início o processo sucessório que foi realizado em três etapas. A primeira foi a Assembleia Geral Extraordinária com os pastores e evangelistas que fazem a COMADAL e que foi realizada na noite de sexta-feira, 28 de agosto de 2015, nela, em unanimidade, demonstrando prudência e harmonia os ministros escolheram o nome do pastor José Orisvaldo Nunes de Lima como seu novo Presidente.

No sábado, 29 de agosto pela manhã, reunidos no templo-central no bairro do Farol em Maceió, contando com a presença de dezenas de líderes, presidentes de convenções de diversas regiões do país, os presbíteros da AD em Maceió aprovaram assim como  os ministros o nome do pastor Orisvaldo como presidente também da Igreja em todo estado, restando apenas a homologação por parte dos membros no culto que foi realizado na noite do mesmo sábado. De forma ordeira, em um culto marcado pela presença de Deus, obreiros e membros de diversas regiões do estado, aprovaram o que foi definido pelos Pastores, Evangelistas e Presbíteros e após oração conduzida pelo líder da denominação no país, pastor José Wellington Bezerra da Costa, pastor José Orisvaldo Nunes de Lima foi empossado na liderança da IEADAL e COMADAL.

"Substituir um líder como o pastor José Neco exige muita responsabilidade, pastor Neco não deixou uma lacuna apenas em sua família, mais na Assembleia de Deus por ele presidida, no estado onde nasceu e viveu e nas Assembleias de Deus no Brasil, mas estaremos orando e cremos que Deus abençoará o trabalho das mãos do pastor Orisvaldo" frisou pastor José Wellington. Já pastor Orisvaldo, após assumir a nova responsabilidade se comprometeu diante da membresia e liderança presente no culto à cuidar da igreja do Senhor com zelo e carinhoO pastor e missionário Joel Freire da Costa, presidente da AD Ministério do Belém nos Estados Unidos foi o preletor do culto de posse.

Irmã Francisquinha, viúva do pastor José Antonio dos Santos, acompanhada dos filhos, genros, noras e netos esteve presente no ato de posse e foi homenageada pela Igreja a qual dispensou ao lado de seu esposo mais de 30 anos de sua vida.

Além do pastor José Wellington, da Mesa Diretora da CGADB acompanhou o momento de eleição e posse do novo líder da AD alagoana os pastores, Pedro Aldi Damasceno, 4º vice-presidente, presidente da AD em Viana e da Convenção das ADs no Maranhão (CEADEMA) e Roberto José dos Santos, 4º secretário, presidente da AD e Convenção com Sede em Abreu e Lima, Pernambuco (COMADALPE). Além do pastor José Carlos, presidente da AD em João Pessoa, da Convenção das ADs na Paraíba (COMADEP) e da UMADENE, estiveram presentes os pastores presidentes das respectivas convenções, João Bezerra (CONADEC); Aílton José Alves (CONADEPE); Wellington Rocha (CADESGO); Daniel Nunes (COMEAD-CGPB); Vírginio José (CONEADESE); Valdomiro Pereira (CEADEB); Joel Costa (CONFRADEB-EUA) e o pastor Samuel Câmara, presidente da AD em Belém (PA). O prefeito de Maceió, Rui Palmeira, diversos deputados federais, estaduais e vereadores do estado prestigiaram o momento de transição.

PASTOR JOSÉ ORISVALDO NUNES DE LIMA
Tem 52 anos de vida, nasceu na cidade de Palmeira dos Índios (AL), no dia 05 de dezembro de 1962; em 13 de setembro de 1977, fundou o grupo carismático em sua terra e o dirigiu até a sua conversão ao Evangelho, ocorrida em 07 de outubro de 1979, na Assembleia de Deus. Atuou de 1997 a 2004 como 1º secretário da Convenção de Ministros da Assembleia de Deus no Estado de Alagoas (COMADAL) e desde 2004, por três mandatos consecutivos, estava servindo na Mesa Diretora como 1º vice-presidente. Além de estar à frente do campo da AD na cidade de São Miguel dos Campos (AL), atualmente fazia parte também do Conselho de Missões, Conselho de Doutrina e da Comissão Jurídica. Casado com a psicóloga Edivanilda Nunes, tem três filhos: Wesley; Gunnar Berg e Jafya.







http://www.tiagobertulino.com.br/

sábado, 29 de agosto de 2015

BLOG DO PR DÁRIO GOMES TERÁ NOVA APARÊNCIA!




Após sete anos de existência, com mais de 200 mil acessos. O “Blog Pr Dário Gomes”, acaba de contratar a conceituada Agência digital Salagw que em breve estará produzindo novidades como:


  • NOVO LAYOUT;
  • NOVA MARCA PERSONALIZADA;
  • VERSÃO MOBILE;
  • NOVA PLATAFORMA DE GERENCIAMENTO
  • E-MAIL MARKETING
  • UM DOMÍNIO PRÓPRIO
  • E-MAIL PROFISSIONAL 
  • UMA PÁGINA PROFISSIONAL PARA O FACEBOOK
  • LOJA VIRTUAL INTEGRADA
Aguarde as novidades, teremos recursos inovadores e 

extremamente funcionais.
 
Tudo para que nossos leitores tenha a comodidade do acesso e da  leitura das matérias publicadas neste blog.




Pr Dário Gomes


terça-feira, 25 de agosto de 2015

QUE TIPO DE OBREIRO EU SOU PARA A IGREJA DE CRISTO: “UM FARDO LEVE, UM JUGO SUAVE”, OU UM FARDO PESADO E UM JUGO INSUPORTÁVEL?

Pr Abiezer Apolinário

PARTE - I

Despojei outras igrejas, recebendo delas sustento, a fim de servi-los. Quando estive entre vocês e passei por alguma necessidade, não fui um peso para ninguém, pois os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram aquilo de que eu necessitava. Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim. Tão certo como a verdade de Cristo está em mim, ninguém na região da Acaia poderá privar-me desta glória” 2 Co 11. v.8-10



A.          INTRODUÇÃO
Creio contar com a solidariedade e concordância da maioria dos obreiros que o tema acima transcrito ora trazido à meditação, é solenemente ignorado e não abordado freqüentemente na igreja do Senhor. A conseqüência mais visível e mais presente na realidade do povo de Deus da omissão do ensino, é o total desconhecimento dos princípios divinos contidos na Bíblia Sagrada que regulam o assunto, o que leva a muitos a pecarem contra Deus. Mais lamentável ainda é quando os próprios obreiros, demonstrando o mesmo desconhecimento, se comportam indignamente na casa de Deus no tocante ao seu sustento, ou, quando conhecem, agem com má-fé.
Com a indispensável ajuda do Espírito Santo e inteira submissão a Palavra de Deus, meditaremos no assunto proposto, para que entendamos perfeitamente, quais as regras de Deus impostas para observação de todos os crentes, especialmente dos obreiros, a quem, com muito amor, ofereço esta meditação.
B.          O OBREIRO COMO UMA DÁDIVA DE DEUS À IGREJA
Todos os estudiosos da Bíblia sabem que a igreja de Deus não faz parte de qualquer projeto humano nem é resultado da iniciativa pessoal de qualquer homem. O próprio Cristo, dirigindo a palavra aos seus discípulos, a chamou de “minha igreja”. O apóstolo Paulo ensinando sobre a igreja, disse que Cristo é a cabeça do corpo, a igreja, Cl 1.18, e que Ele amando a igreja, “a si mesmo se entregou por ela, Ef 5.25, acrescentando à igreja dos efésios que a igreja como ela é no mundo, Deus, através dela, “a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nas regiões celestiais”, 3.10. Com tal visão, podemos afirmar que todos os acontecimentos e situações que envolvem a igreja são acompanhados e interessam a Deus, a Cristo e ao Espírito Santo.
Convém destacar que Cristo entregou a sua igreja, enquanto ela viver na terra esperando o seu arrebatamento, a homens, os quais são escolhidos por Ele, dentro do exercício de sua soberania divina, pois, como sabemos, o ato de escolha de obreiros para a igreja, independe da vontade do próprio escolhido, e da opinião humana da própria igreja, sendo um ato personalíssimo do seu “noivo”.
Confiramos na Bíblia. Em 1 Sm 2.27-30, assim está escrito: “E veio um homem de Deus a Eli e disse-lhe: Assim diz o Senhor: não me manifestei, na verdade, à casa de teu pai, estando os israelitas ainda no Egito, na casa de Faraó? E eu escolhi dentre todas as tribos de Israel para sacerdote, para oferecer sobre o meu altar, para acender o incenso e para trazer o éfode perante mim; e dei à casa de teu pai todas as ofertas queimadas dos filhos de Israel. Por que dais coices contra o sacrifício e contra a minha oferta de manjares, que ordenei na minha morada, e honras a teus filhos mais do que a mim, para vos engordardes do principal de todas as ofertas do meu povo de Israel? Portanto, diz o Senhor, Deus de Israel: Na verdade, tinha dito eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente; porém, agora, diz o Senhor: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão desprezados”, 1 Sm 2.27-30.
No texto bíblico acima transcrito, estão inseridas algumas santas verdades que devem ser observadas por todos os servos de Deus chamados e vocacionados para trabalharem na sua seara. Dentre outras, destaco duas: 1) a que se refere à soberania divina da escolha do chamado; e 2) a honra de ser escolhido por Deus para a sua obra.
As expressões “me manifestei, eu escolhi, e dei”, claramente demonstram que a consagração de uma pessoa para o santo ministério, deve ser o resultado de uma indicação e revelação de Deus, pois, o emprego do pronome pessoal “eu”, indica que é um ato personalíssimo do Senhor, e não é compartilhado com ninguém, sendo independente da vontade dos humanos. Das doze tribos de Israel, a de Levi foi escolhida para dela saírem os ministros e auxiliares da casa do Senhor. Poderia ter sido de qualquer das outras; porém, Deus escolheu a de Levi, sem dá qualquer explicação e razão para a escolha. Logo, é um ato da vontade soberana de Deus.
Na igreja neo-testamentária, deve ser aplicado o mesmo critério. Em At 13.1,2, assim está registrado: “Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé, e Simeão, chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”. Ora, de cinco, dois foram nominalmente escolhidos. Por quê? Quais os critérios que embasaram a escolha dos dois citados, já que, aparentemente, todos detinham as mesmas condições? Não há resposta humana adequada, se não a atrás citada: pertence exclusivamente a Deus designar e escolher “obreiros para sua seara”, como bem disse Jesus.
Antes da escolha dos primeiros missionários como acima relatado, o Senhor enviou a Ananias para orar e impor suas mãos sobre a cabeça de um cidadão de Tarso, chamado Saulo. O homem de Deus, ao tomar conhecimento da tarefa que Deus lhe designou, espantado e chocado, objetou com Deus, dizendo-lhe: “de muitos ouvi acerca deste homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém; e aqui tem poder dos principais dos sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome”. A resposta de Deus deve ter-lhe deixado mais espantado, ainda: “Vai, porque este é para mim um vaso escolhido...”, At 9.13-15.
Mais tarde, o apóstolo Paulo doutrinando e ensinando aos crentes de Éfeso as verdades de Deus, disse-lhes: “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores”, Ef 4.11. Quando medito no texto aqui citado, ocorre-me a idéia do que acontece quando alguém dá espontaneamente um presente à outra pessoa: a escolha obedece ao gosto do doador, as suas possibilidades de adquirir o presente, e o grau de importância que o donatário representa para o doador, sem que haja qualquer interferência ou imposição do destinatário da oferenda. É ato unilateral da vontade divina.

Sintetizando, à luz do acima exposto, o obreiro é uma dádiva de Deus para a sua igreja, e assim é em decorrência do amor e dos cuidados de Cristo com ela, que é considerada a noiva do Cordeiro, como o próprio Paulo disse a igreja de Corinto: “Estou zeloso de vós com zelo de Deus. Tenho-vos preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo”, 2 Co 11.2.,
Continua....

sábado, 15 de agosto de 2015

HOJE É SEU ANIVERSÁRIO!


PARABÉNS MEU AMOR!

Você é minha escolha.
E eu nunca acertei tanto como quando eu disse "sim". E eu nunca quis tanto continuar dizendo "sim" todos os dias, para a mesma pessoa, o resto da minha vida.

Simples assim: você me completa!

Te amo!

15/08/2015